base tecnológica

IMPRESSO FISCAL (VAREJO)

As impressoras fiscais são periféricos responsáveis pela emissão do cupom fiscal, que é o documento fiscal referente a venda direta ao consumidor final.
A homologação de nosso sistema foi realizada com as impressoras Bematech.

Para maiores informações consulte nosso Comercial no fone 44 2101-5657.

LEITORES DE CÓDIGO DE BARRAS

Os leitores de códigos de barras farão a captura das informações contidas nas etiquetas dos produtos, nas fases de produção e expedição.

Algumas das marcas mais conhecidas e confiáveis no mercado são Handheld, Metrologic, Symbol e PSC. Porém, como os modelos são inúmeros, antes da aquisição, recomendamos que consultem nossos técnicos para auxiliarem na escolha.

Leia abaixo texto complementar sobre o assunto:
Os códigos de barras são o meio mais eficaz para a identificação rápida de produtos mediante a conversão pelo computador da leitura feita por um sensor.
Existem quatro tipos de leitores de códigos de barras e cada um usa uma tecnologia diferente para ler e decodificar um código de barras: leitores de tipo esferográfico, scaner, laser, leitores CCD e leitores com câmeras
Os melhores são os leitores com câmeras, seguidos pelos laser. Leitores CCD são de qualidade inferior.

Leitores esferográficos:
Os leitores do tipo esferográfico consistem em uma fonte de luz e um fotodiodo que estão na ponta de uma caneta ou objeto similar. Para a leitura, arrasta-se a ponta sobre o código de barras num movimento linear e delicado. O fotodiodo mede a intensidade da luz refletida a partir da fonte de luz e gera uma onda que é usada para medir o tamanho das barras e os espaços no código.
As barras escuras do código de barras absorvem luz e os espaços brancos a refletem e assim formam a onda que volta para o fotodiodo. Este tipo de onda é decodificado pelo scaner de uma maneira semelhante à decodificação dos pontos e riscas do código Morse.

Leitores a laser:
Os scaners a laser funcionam da mesma maneira que os leitores esferográficos exceto que usam um raio laser como fonte de luz e normalmente usam um espelho ou um prisma para dirigir o raio sobre toda a superfície do código de barras. Um fotodiodo é responsável por medir a intensidade da luz refletida a partir do código.
Em ambos os leitores, a luz emitida pelo leitor tem uma freqüência determinada e o fotodiodo é desenvolvido para detectar esta mesma freqüência.

Leitores CCD:
Os leitores CCD (Charge Coupled Device) usam uma matriz com centenas de pequenos sensores de luz alinhados em uma linha na cabeça do leitor. É como se cada sensor fosse um fotodiodo que mede a intensidade da luz recebida. Cada sensor de luz individual no leitor CCD é muito pequeno e, como há centenas de sensores alinhados, gera-se um padrão idêntico ao padrão do código de barras.
A diferença mais significativa entre um leitor CCD e um leitor laser ou do tipo esferágrafico é que o primeiro mede a luz ambiente refletida pelo código de barras enquanto os outros emitem sua própria luz para fazer as medições.

Leitores com câmeras:
O quarto tipo, o mais moderno, é o leitor que usa uma pequena câmera de vídeo para capturar a imagem do código de barras. O leitor usa então sofisticadas técnicas de processamento de imagem digital para decodificar o código de barras.
As câmaras de vídeo usam a mesma tecnologia dos leitores CCD exceto que, ao invés de ter uma única linha de sensores, uma câmera de vídeo tem centenas de linhas dispostas numa matriz bidimensional para que possam gerar uma imagem. A vantagem deste sistema é que se pode manusear o leitor de qualquer maneira, permitindo a interpretação do código em qualquer posicionamento.

Os fatores que fazem um código de barras legível são: contraste suficiente entre as barras e os espaços brancos e ter dimensões dentro do padrão. Bordas marcadas ajudam na leitura, assim como uma superfície lisa e margens limpas nos extremo dos códigos.
antes da aquisição

COLETORES DE DADOS

COLETORES DE DADOS

Coletor de dados é um equipamento portátil utilizado para a coleta de informações que, para algumas aplicações, pode até substituir um terminal de computador. Quando homologados e integrados para trabalharem com sistemas de informação, pode auxiliar em aplicações específicas, como no caso do ERP da Atak, citamos algumas aplicações como exemplo:

No processo de Abate:

– Endereçamento de carcaça para câmara fria;

– Lançamento de ocorrências do Abate.

No processo industrial:

– Palatização completa e simplificada;

– Expedição;

– Devolução.

No Estoque:

– WMS com reserva, estocar e retirar;

– Inventário de Estoque.

No Almoxarifado:

– Requisição de compra com e sem solicitação.


MODELOS DE COLETORES HOMOLOGADOS PARA USO COM O ERP DA ATAK

INTERMEC

Intermec CK3

Intermec CN3

Intermec Technologies AndromedaIII CK3R

HONEYWELL

Honeywell dolphin

HONEYWELL MX

LXE_MX7T

.BAT

Geofanci (MX1 e MX2)

MOTOROLA

SYMBOL MC9090G

MOTOROLA MC9190G

MOTOROLA MC9090G

CIPHER LAB

CipherLab Co., Ltd. CP30


Para outros modelos e/ou fabricantes, favor entrar em contato com o Comercial da Atak no fone 44 2101-5657.


BALANÇA

O ERP da Atak trabalha com coleta automática de pesagens das balanças, sejam de chão, tendal, plataforma ou rodoviárias.
Nosso sistema é compatível com a maioria dos modelos de balanças dos seguintes Fabricantes:
– Toledo
– Filizola
– Digitron
Para outros fabricantes também temos compatibilidade em alguns modelos como:
– Lenke

– Alfa
– Saturno
– Libratek
– Trentin
– Welmy
– Weightec
Caso haja em sua empresa alguma balança diferente destas acima, podemos estudar a viabilidade de criar comunicação com elas.

Servidores (Equipamentos)

Os Servidores de Rede são os computadores centrais que armazenarão os dados da empresa, sejam eles do próprio banco de dados do ERP da Atak, ou documentos digitais de usuários.

Dependendo do porte da empresa, os fatores como número de usuários que acessarão o sistema, tamanho do banco de dados (informações da empresa) armazenado, tempo de resposta necessário às operações do sistema, vão determinar que configuração de servidor ou servidores a empresa necessitará.

Uma pequena empresa, com 10 usuários por exemplo, pode ter um único servidor de rede, que será ao mesmo tempo servidor de banco de dados do sistema, como o servidor de aplicativos (onde os programas ficam instalados).

Empresas maiores, com filiais, que exigem centralização de dados on-line, por sua vez, exigem servidores dedicados a cada tarefa excluisavamente, inclusive em muitos casos, com redundância (duplicidade de equipamento para a mesma tarefa).

Em linha geral, todos os servidores com plataforma IBM/PC compatíveis podem ser utilizados com o ERP da Atak.

Aspectos relevantes na aquisição de um servidor:

– Tipo de HD (Hard Disk)

Adquirir servidores com disco rígido da tecnologia SAS (sucessor do SCSI), que tem a arquitetura para acessos simultâneos ao disco;

– Memória RAM

Este ítem reflete diretamente na performance (velocidade) do armazenamento e pesquisa de informações no sistema, pois quanto mais memória, mais rápido será este acesso. Verificar na aquisição do sistema operacional do servidor (Windows Server) o limite máximo de memória que a sua versão gerencia, para não adquirir mais hardware do que o software utiliza;

– Dispositivos de backup

Mais importante que gerenciar dados é protegê-los. Verifique com o fornecedor do equipamentos quais opções estão disponíveis, de acordo com o tamanho do seu banco de dados, para a realização das cópias de segurança. Por exemplo gravadores de CD/DVD, HD externos, unidades de fita, etc.

Caso queira adquirir um novo servidor para sua empresa, sugerimos abaixo os seguintes fabricantes:

DELL Servidores

HP Servidores

IBM Servidores

Leia texto abaixo sobre servidores:

Um servidor é uma máquina que fica o tempo todo ligada, sempre fazendo a mesma coisa. Existem vários tipos de servidores, como servidores web, servidores de arquivos, servidores de impressão, etc., sendo que uma única máquina pode rodar simultaneamente vários serviços, dependendo apenas dos recursos de hardware e da carga de trabalho.

De uma forma geral, qualquer PC pode ser usado como um servidor, basta instalar os softwares apropriados. Para tarefas leves, até mesmo máquinas antigas podem prestar bons serviços. Na época em que o ADSL e outras opções de banda larga começaram a se popularizar, muitos passaram a usar micros 486 e Pentium 1 para compartilharem a conexão, usando o Coyote e outras distribuições minimalistas. Alguns deles ainda continuam funcionando até os dias de hoje, resistindo à passagem do tempo.

Entretanto, quando falamos de servidores de hospedagem e servidores usados em grandes empresas, o cenário é um pouco diferente. Além de rodarem serviços e aplicativos muito mais pesados, atendendo a centenas de usuários simultâneos, estes servidores realizam tarefas essenciais, de forma que qualquer interrupção em suas atividades pode representar um grande prejuízo, ao contrário de um desktop, onde o usuário pode simplesmente reiniciar depois de uma tela azul, como se nada tivesse acontecido. Um bom servidor deve ser capaz de funcionar por anos a fio, com pouca ou nenhuma manutenção. Além de ser otimizado para um conjunto específico de tarefas, ele precisa ser muito mais estável e confiável do que um desktop típico, o que leva a diferenças nos componentes usados.

Começando do básico, a função de um servidor é disponibilizar serviços (HTTP, FTP, DNS, e-mail, bancos de dados, máquinas virtuais e muitos outros) para um grande número de usuários simultaneamente. De acordo com os serviços usados, determinados componentes são mais importantes do que outros. Um servidor de bancos de dados, por exemplo, depende basicamente do desempenho de acesso a disco em operações de acesso aleatório (um grande volume de pequenas leituras, com setores espalhados por diversos pontos dos discos), o que torna necessário utilizar vários HDs em RAID (em geral é utilizado o modo RAID 5 ou o RAID 6) e uma grande quantidade de memória RAM, usada para cache de disco.

Por outro lado, um servidor destinado a rodar aplicativos, como um servidor de acesso remoto, por exemplo, precisa predominantemente de processamento e memória. O desempenho do HD não é tão importante (pois os aplicativos usados quase sempre já estarão carregados na memória ou no cache de disco), mas um processador com dois (ou quatro) núcleos e muito cache L2 é essencial para rodar o brutal número de processos simultâneos.

Antigamente, era comum o uso de placas com suporte a dois ou quatro processadores, mas com o lançamento dos processadores dual-core e quad-core elas se tornaram menos comuns (já que sai muito mais barato usar um único processador quad-core do que usar uma placa-mãe com 4 processadores separados). Apesar disso, servidores com vários processadores ainda resistem em diversos nichos, agora utilizando processadores AMD Opteron e Intel Xeon com vários núcleos. Juntando quatro processadores AMD Opteron 83xx (quad-core), por exemplo, temos nada menos do que 16 núcleos, o que resulta em uma potência de processamento brutal em diversas tarefas de servidor, onde o desempenho é diretamente limitado pelo volume de processamento disponível.

Diferente de um desktop, onde mesmo um processador dual-core acaba sendo sub-utilizado devido à carência de aplicativos otimizados, servidores como o Apache trabalham carregando diversas instâncias do serviço a partir do processo principal e são por isso naturalmente otimizados para o uso de diversos núcleos. Um servidor movimentado pode manter centenas de instâncias carregadas simultaneamente, de forma que a carga de trabalho acaba sendo dividida entre os diversos núcleos naturalmente.

Além da questão do desempenho, o servidor precisa ser muito confiável, o que leva ao uso de componentes redundantes. Por exemplo, a maior parte das falhas de hardware são causados por problemas nos HDs ou nas fontes de alimentação. É muito difícil manter um servidor funcionando continuamente por 10 anos (por exemplo) se a vida útil média da fonte é de 3 anos e a do HD é de 4 anos, por exemplo.

Não é possível fazer o HD trabalhar continuamente por 10 anos na base do decreto, mas é possível usar uma controladora RAID que ofereça suporte a hot-swap e usar dois HDs em RAID 1, por exemplo. Dessa forma, o servidor pode continuar funcionando depois da falha em um dos HDs e a substituição pode ser feita “a quente”, com ele funcionando. O mesmo pode ser feito com a fonte de alimentação, com o uso de uma fonte redundante, onde temos duas fontes independentes e a segunda é ativada automaticamente em caso de problemas com a primeira.

LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO

O ERP da Atak versão Windows, que foi desenvolvido a partir de 2000, foi escrito na linguagem Delphi.

Atualmente, a Atak está desenvolvendo uma nova geração de nosso sistema, que será um aplicativo para internet, utilizando o conjunto de ferramentas do Visual Studio da Microsoft, na linguagem C#.

SISTEMA OPERACIONAL (TERMINAL)

O ERP da Atak funciona nos terminais de rede da empresa, com os seguintes sistemas operacionais:

– Windows 7

– Windows 8

– Windows XP

– Windows Vista

– Windows 10

Banco de Dados

O banco de dados é o software responsável pelo armazenamento dos dados no servidor da empresa.
O ERP da Atak funciona com as seguintes edições do banco de dados Microsoft SQL Server: 2000,2005,2008 ou 2012.
As versões disponíveis nestas edições são:
– Express Edition (gratuito)
– Workgroup
– Web (apenas 2008 ou 2012)
– Standard Edition
– Enterprise Edition
– Datacenter Edition.
A Atak sistemas, como parceira Microsoft, possui uma modalidade de licenciamento ISV (Independent Software Vendor), onde nossos clientes podem adquirir o SQL Server junto com nosso sistema, de forma bem vantajosa.

Sistema Operacional (Servidor)

O ERP da Atak utiliza o sistema operacional Windows Server com as edições 2008 ou 2012.

 As versões mais comercializadas da edição 2012 são:

– Standard Edition

– Enterprise Edition

Leia abaixo texto complementar sobre o assunto: 

O sistema operacional é uma coleção de programas que:

– inicializa o hardware do computador;

– fornece rotinas básicas para controle de dispositivos do computador;

– fornece gerência, escalonamento e interação de tarefas no computador;

– mantém a integridade de sistema.

Em um grande computador multiusuário, com muitos terminais, o Sistema Operacional é muito mais complexo.

Tem que administrar e executar todos os pedidos de usuários e assegurar que eles não interferiram entre si.

Tem que compartilhar todos os dispositivos que são seriais por natureza (dispositivos que só podem ser usados por um usuário de cada vez, como impressoras e discos) entre todos os usuários que pedem esse tipo de serviço. O SO poderia ser armazenado em disco, e partes dele serem carregadas na memória do computador (RAM) quando necessário. Utilitários são fornecidos para:

– Administração de Arquivos e Documentos criados por usuários;

– Desenvolvimento de Programas;

– Comunicação entre usuários e com outros computadores;

– Gerenciamento de pedidos de usuários para programas, espaço de armazenamento e prioridade.