Natalie Carvalho
Natalie Carvalho

Confira como manter a segurança dos alimentos na sua produção!

Celebramos nesta última semana, no dia 7 de junho, o Dia Mundial da Segurança dos Alimentos, que tem como objetivo informar e incentivar ações que ajudem a prevenir, detectar e gerenciar os riscos transmitidos por alimentos.

Confira neste artigo como manter a segurança dos alimentos na sua produção! Contribuindo para a segurança alimentar, saúde humana, desenvolvimento econômico, agricultura, acesso a mercados, turismo e desenvolvimento sustentável.

Segurança dos alimentos é uma tarefa de todos.

O Dia Mundial da Segurança dos Alimentos foi proclamado dia 20 de dezembro de 2018 pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU). E em 2021 teve como tema “segurança dos alimentos é uma tarefa de todos”.

A ideia é levar a conscientização de que a responsabilidade da segurança de alimentos é de toda a sociedade. E que o acesso ao alimento seguro é fundamental para a saúde. Afinal a contaminação leva à morte de pelo menos 600 milhões de pessoas por ano. 

A falta de segurança dos alimentos ameaça não somente a saúde humana, mas economias inteiras.

Segundo consta no site da Onu  cerca de 420 mil pessoas em todo o mundo perdem a vida após comer algo contaminado, incluindo crianças com menos de cinco anos de idade, que representam 40% dos casos, e 125 mil óbitos anuais.

A segurança dos alimentos é uma responsabilidade compartilhada por governos, produtores e consumidores. E cada um tem um papel a desempenhar do campo à mesa para assegurar que os alimentos não serão uma ameaça à saúde.

Para que esse cenário mude é necessário que a gente se alimente de forma segura.
E conscientizar  quem produz, processa, vende ou prepara alimentos a repensar a responsabilidade na manutenção da segurança alimentar

Para isso, trouxe algumas informações e dicas relevantes para quem  trabalha com a produção de alimentos. 

Controle de defensivos

O Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo. Isso não é nada bom, pois o uso inadequado desses produtos pode oferecer riscos à saúde.

Segundo a Anvisa, algumas das maiores causas desses problemas são as contaminações cruzadas, por derivação e do solo. Algumas medidas, porém, podem prevenir ou reduzir as chances de contaminação, como:

  • – Comprar agroquímicos de boa qualidade sob a orientação de um engenheiro agrônomo;
  • – Utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs);
  • – Transportar os defensivos corretamente na caçamba de caminhonetes, longe de alimentos ou animais, cobertos por lona e em recipientes íntegros;
  • – Utilizar equipamentos calibrados e em boas condições;
  • – Controlar o uso de pulverizadores, que utilizam sistemas automáticos para liberar os químicos de modo seguro, na medida e nos locais corretos, com mais uniformidade;
  • – Armazenar os defensivos em locais seguros, bem identificados e longe de fontes de água e alimentos;
  • – Descartar de modo correto nas sacolas de resgate, onde serão enviadas ao revendedor — o local de entrega deve estar especificado na nota fiscal ou no receituário agronômico.

Controle de qualidade na indústria de alimento

O controle de qualidade na indústria de alimentos é fundamental para garantir a segurança, principalmente sanitária, dos produtos fabricados. Além disso, as empresas que fazem isso de forma eficiente agregam valor à sua marca e aos seus produtos, gerando uma importante vantagem competitiva.

Cada fase do processo de qualidade tem como objetivo atender e assegurar a saúde do consumidor, evitando que ele contraia qualquer enfermidade. Para isso, ele precisa seguir todas as normas da Anvisa. garantindo que todos os produtos possam ser manipulados, preparados e armazenados de forma segura até chegarem ao consumidor final, mantendo sempre a higiene adequada e alimentos saudáveis. 

A utilização de softwares como o ERP contribui com todo esse processo. Afinal, as exigências nesse segmento de negócio são muito desgastantes, e o uso de um software adequado vai ajudá-lo na gestão da empresa, deixando-a em conformidade com as normas e padrões exigidos pela Anvisa.

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Padronização dos procedimentos

A padronização dos procedimentos garante a uniformidade dos produtos fabricados, bem como a garantia de atendimento a todos os pré-requisitos básicos de segurança e qualidade alimentar. Entre os principais benefícios estão:

  • – Maior eficácia nos processos,
  • – Redução do tempo de produção;
  • – Redução de perdas e desperdícios de insumos;
  • – Alinhamento da equipe quanto à execução das tarefas;
  • – Garantia do cumprimento de todas as exigências legais;
  • – Facilidade em localizar pontos de melhoria.

Determine os pontos de controle

Cada um dos processos de produção precisa contar com pontos de controle durante as etapas. O ideal é analisar a distribuição de pontos, de uma forma que evite resultados fora dos padrões estabelecidos, sem comprometer o fluxo de produção.

Os pontos de controle mais comuns na indústria de alimentos são:

  • – Configuração dos equipamentos utilizados no preparo e cocção;
  • – Prazo de validade e características físicas dos ingredientes;
  • – Resultado parcial dos produtos a cada etapa do processo de fabricação;
  • – Adequação dos locais e equipamentos de armazenamento dos produtos finalizados.

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LEIA TAMBÉM: 5 Razões para Automatizar o Controle de Qualidade

Cuidados com a embalagem

As embalagens são itens fundamentais para garantir a preservação da integridade do alimento e das suas características nutricionais, bem como para facilitar o transporte e o manuseio. Por outro lado, recipientes impróprios poderiam expor os produtos à contaminação, degradação, rápido amadurecimento e consequentes perdas.

Escolha o tipo de embalagem baseado no tamanho e peso do produto. E priorize aquele que vai proteger completamente seus produtos e que seja compatível com o tipo de transporte utilizado na logística.

Logística

Depois de cuidar de todos os processos da sua produção de alimento é hora de se atentar na escolha do tipo de transporte que fará a logística dos seus produtos. Para isso avalie condições como:

  • Fatores biológicos ou químicos — riscos de contaminação, índice de umidade, ventilação e iluminação exigidas pelo alimento;
  • Fatores físicos — tipo de acondicionamento, embalagem e armazenagem;
  • Tempo — prazo de entrega do produto até o ponto de revenda.
  • Adicionalmente, é importante que o produtor busque uma integração maior com varejistas e atacadistas para agilizar o processo de venda e evitar desperdícios.

LEIA TAMBÉM: Os 4 melhores tipos de rastreamento para entregas

Conheça as exigências legais mínimas para a indústria de alimentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária — ANVISA — é o órgão federal que determina as normas gerais a serem seguidas pelas empresas que atuam no setor alimentício. Em seu portal, qualquer cidadão tem acesso às legislações vigentes acerca de todos os procedimentos e produtos permitidos e proibidos na indústria de alimentos.

Além dela, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento — MAPA — mantém um sistema de consulta à legislação que facilita a busca por assuntos mais específicos. 

É fundamental que todo gestor da indústria de alimentos utilize esses dois canais para se manter atualizado com as que afetem a sua fábrica.
E também que tenham consciência sobre o impacto social e ambiental das suas ações. Como vimos, existem várias medidas práticas em todo o processo da produção alimentícia que garante a segurança desde a plantação até a mesa do consumidor. Garantindo um crescimento sustentável do negócio, com menos perdas e mais produtividade.



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